NOVA PROMOÇÃO NA TRAPO CHIC!!!
Agosto 3, 2009
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Nova eco-bag
Agosto 14, 2008
Temos agora um tamanho maior de eco-bag e você tem a opção também de escolher a estampa que quiser da nossa coleção.
Já pensou? Pode combinar a mesma estampa para a camiseta e para a eco-bag.
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“Por que não os ecólogos? “
Agosto 5, 2008
Texto da ex-Ministra e Senadora Marina Silva para o site Terra Magazine
“Marina Silva
De Brasília (DF)
A edição do Diário Oficial da União do dia 4 de agosto traz uma notícia boa e outra má. A boa nova é para os oceanógrafos: o projeto de lei que regulamenta sua profissão, aprovado pelo Congresso Nacional, foi sancionado pelo Presidente da República, transformando-se na Lei 11.760.
A má notícia veio para os ecólogos: o projeto de lei que regulamentava sua profissão, aprovado pelo Congresso Nacional no mesmo dia e na mesma sessão, foi vetado. Por que os oceanógrafos e não também os ecólogos, se ambas as profissões têm méritos e configuram campos reconhecidos de formação acadêmica e atuação profissional?
» Dê sua opinião sobre o artigo da senadora Marina Silva
A Ecologia, ciência que estuda as interações dos seres vivos entre si e com seu meio físico, está definida em literatura desde o século XIX. Em 1870, o naturalista alemão Ernest Haeckel a conceituou pela primeira vez. Numa palavra, ele disse, “ecologia é o estudo das complexas inter-relações, chamadas por Darwin de condições da luta pela vida”.
É fácil perceber a atualidade estratégica dessa ciência e a premência de profissionais da área, em tempos de adaptação da humanidade a situações-limite provocadas por intensa degradação ambiental. Entretanto, após tantos anos de luta, os ecólogos continuarão sofrendo restrições no mercado de trabalho, sem acesso ao pleno exercício profissional, por falta de regulamentação. É lamentável.
No Brasil, o primeiro curso de Ecologia foi criado em 1976, na UNESP de Rio Claro, no Estado de São Paulo. Hoje há seis cursos de graduação em todo o País e cerca de mil ecólogos formados. Isso sem contar os mestrados e doutorados existentes em várias universidades e institutos de pesquisa de ponta.
O veto, sugerido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, alega que o projeto não prevê regras para a fiscalização da profissão, não define com exatidão o campo de atuação profissional específico e não estabelece quais outros profissionais poderiam compartilhar as mesmas atribuições definidas para o ecólogo.
A referência à ausência de definição do “campo de atuação profissional específico do Ecólogo” é, no meu entender, equivocada. O projeto deveria ser elogiado por não estabelecer reserva de mercado, ou seja, atribuições que só podem ser exercidas pelo ecólogo e por nenhum outro profissional.
Esse tipo de alegação esconde certo desconhecimento das atividades na área ambiental. O artigo primeiro do projeto refere-se à formação interdisciplinar como característica fundamental da profissão e esse conceito não é bem compreendido pelas áreas mais tradicionais de atuação. Falta ao veto uma visão adequada da natureza da profissão de ecólogo e outras que pertencem a um universo de formação interativa e têm áreas mais extensas de superposição, porém, sem perder suas especificidades. Assim como a transversalidade é uma característica indispensável para a política ambiental, a interdisciplinaridade e a formação integradora são fundamentais para quem pensa, elabora e executa essa política.
Quanto às regras para a fiscalização do exercício da profissão, são uma questão atinente à regulamentação da Lei pelo Poder Executivo, através de Decreto a ser editado oportunamente pelo Presidente da República. O projeto original, em seus artigos 3º e 4º, atribuía essa responsabilidade ao Conselho Federal de Biologia. No entanto, esses dispositivos foram suprimidos na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados, pois “após a promulgação da Emenda Constitucional n.º 32, tal conteúdo passou a ser de competência do Executivo, pela via do decreto, ou seja, não havendo despesas, nem mesmo se trata de matéria reservada à lei”.
O veto dá a entender, ainda, que o projeto deveria estabelecer quais outros profissionais poderiam exercer cada uma das 13 atribuições listadas como não exclusivas do ecólogo. Seria excessivo e temerário fazê-lo. Qualquer esquecimento implicaria a supressão de atribuições de outros profissionais igualmente importantes.
O interessante é que ambos os projetos – o dos ecólogos e o dos oceanógrafos – não apontam um órgão fiscalizador, não definem com exatidão o campo de atuação profissional específico nem indicam as demais profissões que poderão exercer atribuições comuns. Para os oceanógrafos (e para muitas outras profissões já regulamentadas) essas questões não se constituíram em óbice à sanção. No caso dos ecólogos, serviram indevidamente de argumento para o veto.
Enfim, o veto à regulamentação da profissão de ecólogo foi um erro de repercussões muito negativas. Na área internacional, será difícil explicar porque um país com as características do Brasil trata tão mal um campo que deveria ser incentivado com prioridade. Imagino também o impacto que isso terá na disposição dos jovens em abraçar um ramo da ciência que lhes parece relevante e atraente, mas sequer recebe o abrigo de uma regulamentação profissional.
Caberá agora ao Congresso corrigir este equívoco. Aliás, está em tempo de o próprio Executivo reconhecer que errou e ajudar a encontrar a porta de saída.”
Natgeo – Dia da Terra
Abril 3, 2008
O canal de TV, pago, National Geographic, fará no dia 22 de abril, Dia da Terra, uma programação repleta de informações sobre ecologia, incluindo estatísticas interessantes de como foi o ano de 2007 no setor, referente a contribuições das nações, etc.
Mais informações no site e no canal.
Grupo EcoFoto no Flickr
Março 30, 2008
Como utilizo muito o Flickr por conta da fotografia (hobby), e consequentemente tenho muitos amigos por lá, resolvi criar um grupo chamado EcoFoto.
Além da possibilidade de se colocar várias imagens que demonstrem a beleza da nossa natureza, como também fotos menos belas mas de importante impacto pelo conteúdo de descaso com a natureza, podemos também usar o espaço para divulgar textos de relevante importância, seja para divulgar, para constatar, manifestar.
Quanto mais oportunidade de trocar idéias e alertar para casos em que a mídia acaba escondendo da grande massa, melhor.
Com certeza lá colocarei matérias encontradas em blogs que tratam do assunto “ecologia”, deixando os devidos créditos.
Quem quiser fazer parte do grupo, será muito bem-vindo.
Ano Internacional do Saneamento
Março 25, 2008
O ano de 2008 também foi escolhido pela ONU como o “Ano Internacional do Saneamento”.
Seguindo a iniciativa da blogagem coletiva do blog Amigos da Blogosfera , divulgamos aqui também essa determinação da ONU.
Água – temos que preservar, agir.
O assunto está pra lá de delicado.
A informação e divulgação é importantíssima. Só assim conseguiremos atingir e conscientizar o maior número de pessoas.
Abaixo, vários blogs que tb aderiram a campanha (obrigado Luma Rosa):
Fazer a nossa parte é questão de sobrevivência.
Sacolas de plástico: basta!
Março 24, 2008
Eco-bag são sacolas ecologicamente corretas, reutilizáveis e geralmente de pano.
Na Europa e EUA existe uma manifestação para a utilização dessas sacolas, mas não é “modinha”.
É consciência.
No Mundo são descartadas por minuto 1 milhão de sacolas plásticas.
500 bilhões no ano.
Ela pode sumir aos nossos olhos, mas irão permanecer no planeta por centenas de anos.
Fotos gentilmente cedidas pelo repórter e fotógrafo, Elizandro Oliveira
Conheça as sacolas de pano da Trapo Chic.
E podemos também desenvolver um modelo para sua empresa ou negócio.
Consulte.

